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Corpo Clínico

Dr. Mario Roberto dos Santos Branco

Dr. Mario nasceu em Lages/SC, cursou medicina

na Universidade Federal de Santa Catarina– UFSC,

especializou-se em Oftalmologia no Instituto

Barraquer e Hospital Príncipe de Espanha,

em Barcelona, Espanha.

Dr. Felipe Roberto Exterhotter Branco

É Oftalmologista especialista em córnea

e catarata, com aperfeiçoamento em

Transplante de córnea realizado

em Rotterdam.

Dra. Angela Pansera Bottin Branco

A Dra. Angela Pansera Bottin Branco nasceu em

Francisco Beltrão/PR. É especialista em Cirurgia

Refrativa (PRK e LASIK) e Cirurgia de Catarata.

Dr. Rodrigo Omoto

O Dr. Rodrigo Omoto se formou Médico e

Oftalmologista na Faculdade de Medicina de

Marília no Estado de São Paulo.

Realizou a sua especialização clínica e cirúrgica

em Catarata e Glaucoma no Hospital de Olhos do

Paraná.


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Dr. Mario Roberto dos Santos Branco

Dr. Mário nasceu em Lages/SC, cursou medicina

na Universidade Federal de Santa Catarina– UFSC,

especializou-se em Oftalmologia no Instituto

Barraquer e Hospital Príncipe de Espanha,

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Dr. Felipe Roberto Exterhotter Branco

É Oftalmologista especialista em córnea

e catarata, com aperfeiçoamento em

Transplante de córnea realizado

em Rotterdam.

Dra. Angela Pansera Bottin Branco

A Dra. Angela Pansera Bottin Branco nasceu em

Francisco Beltrão/PR. É especialista em Cirurgia

Refrativa (PRK e LASIK) e Cirurgia de Catarata.

Dr. Rodrigo Omoto

O Dr. Rodrigo Omoto se formou Médico e

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dos Santos Branco

Dr. Mário nasceu em Lages/SC, cursou medicina na Universidade Federal de Santa Catarina– UFSC, especializou-se em Oftalmologia no Instituto Barraquer e Hospital Príncipe de Espanha, em Barcelona, Espanha.

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É Oftalmologista especialista em córnea e catarata, com aperfeiçoamento em Transplante de córnea realizado em Rotterdam.

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A Dra. Angela Pansera Bottin Branco nasceu em Francisco Beltrão/PR. É especialista em Cirurgia Refrativa (PRK e LASIK) e Cirurgia de Catarata.

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O Dr. Rodrigo Omoto se formou Médico e Oftalmologista na Faculdade de Medicina de

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Notícias

Por Branco Oftalmologia 26 de junho de 2026
Nem toda dor de cabeça começa na cabeça. Em muitos casos, a origem pode estar nos olhos. O esforço visual prolongado é uma das causas mais comuns de dor de cabeça relacionada à visão , principalmente em pessoas que passam muito tempo em telas, leitura ou atividades que exigem foco constante. Como a visão pode causar dor de cabeça? Quando os olhos precisam trabalhar mais do que o normal, os músculos oculares ficam sobrecarregados. Isso pode acontecer em situações como: Grau de óculos desatualizado Uso excessivo de telas Dificuldade para focar de perto ou longe Iluminação inadequada Problemas de refração não corrigidos Esse esforço contínuo pode gerar dor na região frontal, ao redor dos olhos ou até na nuca. Como identificar se a dor de cabeça pode ser dos olhos? Alguns sinais ajudam a suspeitar da relação com a visão: Dor após leitura ou uso de celular Sensação de peso nos olhos Necessidade de forçar a visão Alívio após descanso visual Piora ao final do dia O que fazer nesses casos? O primeiro passo é uma avaliação oftalmológica completa. Muitas vezes, a simples correção do grau já reduz ou elimina o sintoma. Outras medidas incluem: Pausas regulares em telas Ajuste de iluminação Correção de grau quando necessário Hidratação ocular em casos de ressecamento A dor de cabeça pode ter várias causas, mas quando está ligada à visão, costuma ter solução simples e eficaz.  Por isso, investigar a saúde ocular é essencial antes de normalizar o sintoma.
Por Branco Oftalmologia 17 de junho de 2026
Sentir a pálpebra “tremendo” ou o olho pulsando sozinho é uma situação comum e, na maioria das vezes, benigna. Esse sintoma, conhecido como mioquimia palpebral, costuma aparecer de forma temporária e desaparecer sozinho. Apesar de ser algo frequente, ele gera preocupação em muitas pessoas, principalmente quando os episódios se repetem. O que causa a pálpebra tremendo? Na maior parte dos casos, o tremor está relacionado a fatores do dia a dia, como: Estresse e ansiedade Cansaço físico e mental Excesso de telas e esforço visual prolongado Falta de sono Consumo elevado de cafeína Esses fatores aumentam a excitabilidade dos músculos da pálpebra, gerando os pequenos espasmos. Quando a pálpebra tremendo é preocupante? Embora geralmente não seja grave, é importante observar alguns sinais de alerta: Tremores que duram muitos dias seguidos Espasmos muito intensos ou frequentes Contrações que atingem outras áreas do rosto Associado a alteração visual ou dor Nesses casos, é fundamental procurar avaliação oftalmológica para investigação adequada. Existe tratamento? Na maioria das vezes, não é necessário tratamento medicamentoso. O controle está ligado à redução dos fatores desencadeantes: Dormir melhor Reduzir estresse Pausas no uso de telas Diminuir cafeína Lubrificação ocular quando necessário A pálpebra tremendo, na maioria dos casos, é um sinal do corpo de que algo está em desequilíbrio e não necessariamente um problema grave. Mas quando persistente, merece atenção e avaliação profissional.
Por Branco Oftalmologia 26 de maio de 2026
Sentir os olhos cansados ao longo do dia é algo comum especialmente em rotinas que exigem esforço visual constante. Mas nem todo desconforto ocular deve ser tratado apenas como cansaço. Em alguns casos, esse incômodo pode ser um sinal de que algo não está funcionando como deveria. Sintomas mais comuns Entre os sinais mais relatados estão: Ardência Sensação de peso nos olhos Ressecamento Visão instável Dificuldade de foco Muitas vezes, esses sintomas aparecem de forma leve e progressiva. Quando pode ser apenas cansaço? O desconforto pode estar relacionado ao esforço visual, principalmente em situações como: Longos períodos de concentração Uso contínuo da visão para perto Rotinas que exigem atenção constante Nesses casos, o incômodo tende a melhorar com descanso. Quando merece atenção? Alguns sinais indicam que é importante investigar: Sintomas frequentes ou persistentes Piora ao longo do tempo Desconforto mesmo após descanso Impacto na rotina Ignorar esses sinais pode atrasar o diagnóstico. Por que não é bom simplificar? Classificar tudo como “cansaço” pode mascarar condições que precisam de acompanhamento. Cada causa exige um tipo de cuidado e só a avaliação pode diferenciar isso. Nem todo desconforto ocular é normal. Prestar atenção aos sinais é fundamental para manter a saúde da visão e evitar problemas maiores no futuro. Quando o incômodo se repete, investigar é o melhor caminho. 
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